Os adolescentes são conhecidos pela necessidade de ensaiar a sua independência e os seus direirtos. No entanto, as investigações sobre este assunto demonstram que os pais e os adolescentes, na sua maioria, se relacionam surpreendentemente bem. Isso pode dever-se ao facto de, na maior parte, os pais, pelo menos nas sociedades ocidentais, já estarem à epera que os filhos adolescentes desafiem os seus costumes e valores tradicionais.
Durante a adolescência, é natural que o jovem tenha dúvidas sobre a sua identidade própria e os seus objectivos na vida, inclusive os sexuais. Estas questões, embora nem sempre conscientemente formuladas, exprimem as preocupações sentidas quanto à sua futura adaptação ao mundo dos adultos.
As amizades podem ser muito positivas ou devastadoras, pois revelam relidades sobre si próprios e o seu lugar no mundo. Os adolescentes com fraca auto-estima são, geralmente, filhos de pais indiferentes aos seus sucessos ou fracassos. Sem orientação nem objectivos claros, estes jovens têm dificuldade em desenvolver capacidades de iniciativa. Por outro lado, alguns pais adoptam uma atitude excessivamente protectora, que destrói todo o esforço dos filhos para crescerem e serem autónomos. Um dos mitos da adolescência é a convicção de que sabem mais do que o suficiente acerca de sexo.
Apesar da sexulidade explícita hoje revelada no cinema, na televisão, nos vídeos e até na Internet, muitos adolescentes continuam completamente ignorantes em múltiplos aspectos da vida sexual. Muita dessa ingenuidade pode dever-se ao facto de estarem ainda a adquirir o raciocínio abstracto e não entenderem claramente as leis da probabilidade.
Os adolescentes têm de qprender que podem controlar o seu impulso sexual. Esta questão é particularmente importante, pois é comum pensar-se que a excitação sexual dos adolescentes é tão avassaladora que não podem ser culpados de perder a cabeça e dee se esquecerem de que do coito pode resultar uma gravidez.
No dia 8 do mês de Janeiro de 2010, foi aprovado na Assembleia da República um projecto de lei que pretende legalizar os «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo, projecto com o qual não posso estar de acordo, uma vez que a ideia de desdramatizar e desmistificar o sexo não é, de forma alguma, através da homossexualidade.
Segundo Sigmund Freud, “os jovens podem experimentar sentimentos eróticos pelos dois sexos, mas, na idade adulta, o impulso sexual é mais regularmente dirigido ao sexo oposto. Os homossexuais não seguem este padrão, porque nalguns casos a sua ligação excessiva ao progenitor do sexo oposto os faz temerem a violação dos tabus do incesto. A homossexualidade pode resultar da ligação excessiva da criança ao progenitor do mesmo sexo, de que resulta uma fixação narcisista que a criança, mais tarde, tenta reproduzir numa relação homossexual.”
Num estudo recente, verificou-se que certos homossexuais, durante toda a vida, reagem à hormona estrogénio de forma diferente dos heterossexuais, mas não se chegou a conclusões definitivas sobre uma posível ligação deste facto com as tendências sexuais.
Embora as opiniões de Freud sejam, de certo modo ambíguas, as suas teorias têm sido interpretadas como significado de que a homossexualidade é um estado patológico, mas tratável pela terapia psicanalítica.
Em Portugal, uma vez mais, optou-se pela solução mais fácil e, ao mesmo tempo, aquela que pode render votos.








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