terça-feira, 6 de outubro de 2009

Independentes «canibalizam» estruturas partidárias



Augusto Santos Silva não acredita neste tipo de candidaturas.

A acusação é feita por Augusto Santos Silva. O ministro dos Assuntos Parlamentares não acredita em candidaturas puramente independentes, pois considera que estão sempre assentes em partidos.
«Não conheço uma (candidatura independente) ao nível dos municípios que não resulte de um ajuste de contas interno com um partido político», afirmou durante um debate em que alertou os partidos políticos para «não se deixarem capturar por projectos pessoais».
«Há em Portugal uma sobrevalorização da ideia de candidaturas independentes quando muitas vezes se trata de candidaturas falsamente independentes», frisou, em declarações à Agência Lusa, citando os exemplos de Ponte de Lima e de Salvaterra de Magos.
«O Bloco de Esquerda vive na ilusão de ter uma câmara municipal, mas passa-se exactamente o contrário: é uma câmara que tem no BE a sua marca. O CDS viu-se obrigado a considerar que o engenheiro Daniel Campelo, afinal, era seu e que, afinal, o CDS tinha a Câmara Municipal de Ponte de Lima, mas é o contrário que na prática sucede», acrescentou.
Na sua opinião, «é preciso combater os fenómenos de canibalização das estruturas partidárias ou de infracção às regras da democracia interna dos partidos, muitas vezes associados a essas candidaturas independentes».

(Portugal Diário – 6/10/2009)

Engana-se totalmente, senhor ministro. A canibalização parte precisamente de quem assim fala, temendo talvez poder ser afectado por alguém independente.
Porque há pessoas que nunca se reviram ou verão nestes partidos qua abrigam a corrupção, levam o povo á fome e à miséria e saiba que se mais candidaturas independentes não há se deve aos partidos que tudo monopolizam ou tentam monpolizar.
Um dia, talvez não muito longíncuo, talvez possamos trocar impressões e ficará surpreendido, estou certo disso, pelo poder da independência, assim como da sua não imunidade.

Os impostos



Creio ser um erro entender que os impostos sejam alavancas para o crescimento. Inclusive eu sejam um instrumento para a redistribuição, terreno no qual a despesa social adquire desde há algum tempo maior relevância.


A evolução tomada pelo nosso sistema fiscal, onde só por interesse eleitoral se reduz ou se elimina um imposto.

Deveríamos, assim, entender que, sobretudo, o que persegue com a tributação é poder financiar, com o menor dano possível para a economia, e peso sobre os contribuintes, o conjunto da despesa pública necessário para o bem-estar de alguns.




Nos princípios recolhidos nos manuais – de Fritz Neumark – sendo mais preciso, com décadas de antiguidade, sabemos que a carga se deve distribuir equitativamente segundo critérios de capacidade de pagamento. Sabemos também que é bom que os impostos distorçam pouco outros sistemas eficientes, como os juros de mercado, minimizando assim os excessos do agravamento. Quer dizer, é conveniente que os impostos sejam flexíveis ás conjunturas, que se adaptem a elas e não rígidos, uma vez que poderiam piorar.


O conceito da equidistribuição tributária faz parte da moral – do costume – na vida colectiva, algo que se não muda dum dia para outro.

A flexibilidade consegue-se melhor com a imposição sobre o rendimento se bem desenhada: a pesoal, progressiva, por anticiclica, e a proporcional societária, por se mover com o ciclo e pelo menos não o agravar.

Finalmente, a minimização das distorções levar-nos-ia a agravar os bens de primeira necesodade, o que se sabe seria injusto, pelo que tal critério se aplica para desempatar casos iguais em situações diferentes. E pouco mais.

De modo que é lógico que a inércia e a consolidação dos sistemas deva predominar na vida económica.




Primeiro, para dar estabilidade aos marcos de decisão e evitar qualquer tipo de imposição, que, ppodendo ser bem intencionada, desequilibre o terreno de jogo dos agentes económicos, às vezes em direcções insuspeitas. Depois, porque a fiscalidade é parte do todo da decisão empresarial (busca de lucros) e esperemos que não seja nunca o seu ingrediente decisivo – o que violaria o princípio da eficiência.


De modo que, em fiscalidade poucas mudanças muito pensadas, para tornar possível uma atitude cautelosa que seja compatível com o funcionamento do sistema económico e assim poder financiar, de modo sustentável e estável a despesa pública necessária.

Que o ciclo é favorável: pois, toca a aforrar para quando o não fôr. Em troca, baixar e subir impostos por conveniência não encontra argumentos convincentes na teoria da fazenda pública moderna.




No momento actual não é credível que alguém seja tão ingénuo para supôr que com a descida do PIB que temos, elevar tipos salve o que não podemos contar reduzindo a despesa, hoje causa de três quartas partes do défice público.


É preciso recuperar um maior equilíbrio entre a dualidade fiscal do tratamento dos rendimentos do capital e do trabalho. Não atender aos cantos da sereia de amnistias fiscais – paraescárnio dos que ainda cumprem as suas obrigações com o fisco – nem de eliminação de impostos – tão-pouco o sucessório, que se deve melhorar na justiça com que se aplica e não aboli-lo simplesmente. Sobretudo sobre as grandes fortunas.

Incrementar o IVA é hok«je politicamente fácil, já que o imposto se percebe pouco ao incorporar-se nos preços, ainda que não acredite que paralisar o consumo em tempo de crise seja boa ideia, e, em todo o caso, sê-lo-ia a custa de aumentar a regressão fiscal porque, em proporção, o pagam em maior medida os rendimentos menos elevados




Pode solucionar-se a crise com menos ingenuidade em promover o aumento dos ingressos, porque o equilíbrio deve conseguir-se mediante uma menor despesa pública e com prestações sociais mais selectivas

Porto Património Mundial



Curiosidades

Sabia que:

• ...o primeiro filme do cinema português foi realizado na Rua de Santa Catarina em


1896 por Aurélio Paz dos Reis e chamava-se Saída do Pessoal Operário da

Fábrica Confiança.

• ...entre 1383 e 1834 o actual concelho de Vila Nova de Gaia esteve incluído no

Termo do Porto.

• ...o Parque da Cidade do Porto é o único parque urbano da Europa com frente

marítima.

• ...em 1996, considerando o local como "de valor universal excepcional, testemunho

do desenvolvimento de uma cidade europeia que, ao longo dos últimos mil anos,

se voltou para o oeste para enriquecer as suas ligações culturais e comerciais", a

Unesco classificou o Centro Histórico do Porto como Património Cultural da

Humanidade.

• ...foi no Porto, a 31 de Janeiro de 1891, que se fez a primeira tentativa para

implantar o regime republicano em Portugal.

• ...a série histórica de televisão "A Ferreirinha", produzida pela RTP em 2004, se

inspira na vida de Dona Antónia Adelaide Ferreira e no legado ímpar que deixou ao

Alto Douro e ao Vinho do Porto.

• ...com seis quilómetros de extensão, a Boavista é a maior de todas as avenidas

portuguesas.

• ...o guarda-redes Vítor Baía, natural da Afurada, Vila Nova de Gaia, é o jogador

com mais títulos da história do futebol mundial, com 32, à frente de Pelé e

Rijkaard, com 25 cada um.

• ...até meados do século XVI, os membros da nobreza estiveram proibidos de viver

no Porto.

• ...no século XIX, os comerciantes da Rua de Santo António pagavam do seu bolso

o reforço da iluminação pública.

• ...as ligações aéreas regulares entre o Porto e Lisboa iniciaram-se em 1947.

• ...o Porto de Leixões, com os seus cinco quilómetros de cais e movimentando

cerca de 14 milhões de toneladas de mercadorias por ano, garante 25% do

comércio internacional português.

• ...as origens do centro urbano da cidade do Porto datam da idade do bronze, mais

concretamente em torno do século VIII a.C..

• ...Pêro Vaz de Caminha, o autor da célebre Carta do achamento do Brasil, nasceu

no Porto, onde era funcionário da Casa da Moeda, tendo acompanhado a

expedição de Pedro Álvares Cabral a fim de elaborar o diário de bordo.

• ...a Casa da Música, inaugurada em 2005, foi classificada pelo New York Times

como "uma das mais importantes salas de espectáculos construídas nos últimos

100 anos", comparando-a ao Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, e ao

auditório da Orquestra Filarmónica de Berlim.

• ...o concelho de Vila Nova de Gaia foi criado em 1834 pela junção de Gaia e Vila

Nova, autonomizadas do Porto.

• ...o Infante D. Henrique, tido como o pai dos Descobrimentos Portugueses, nasceu

no Porto em 1394 na que é hoje chamada Casa do Infante.

• ...Manoel de Oliveira, nascido no Porto em 1908, é o mais velho cineasta do

mundo ainda em actividade.

• ...a cadeia espanhola Zara, actualmente presente em 65 países, abriu a sua

primeira loja fora de território espanhol em 1988 na Rua de Santa Catarina, no

Porto.

• ...a Agência Abreu, fundada no Porto em 1840, é a agência de viagens mais antiga

do mundo.

• ...segundo reza a história, D. Antónia Ferreira salvou-se num trágico acidente de

barco rabelo que vitimou o Barão de Forrester, porque as saias de balão que então

vestia a fizeram flutuar até à margem do Rio Douro.

• ...o tratado de 1352, entre a Inglaterra e Portugal, gizado pelo portuense Afonso

Martins Alho, deu origem à expressão popular "fino que nem um alho", usada para

se referir a alguém invulgarmente inteligente.

• ...os habitantes do Porto são conhecidos como tripeiros porque, segundo a

tradição, doaram toda a carne à armada que partiu para conquistar Ceuta, em

1415, ficando apenas com as vísceras para comer, o que deu origem a um dos

pratos mais tradicionais, as "tripas à moda do Porto".

• ...em reconhecimento pelos sacrifícios suportados pelos portuenses durante o

Cerco do Porto, D. Pedro, IV de Portugal e I do Brasil, doou o seu coração em

testamento à cidade do Porto, hoje preservado na capela-mor da Igreja da Lapa,

no Porto.

• ...o primeiro carro eléctrico da Península Ibérica circulou no Porto no ano de 1895.

Porto Património Mundial




Curiosidades históricas


As origens do centro urbano da cidade do Porto, datam da


antiga idade do bronze, aproximadamente oito séculos a.C..

Desde o início, o povoamento pré - histórico teve importantes

ligações comerciais com a bacia do Mediterrâneo. Durante a

ocupação romana, a cidade já era composta por

impressionantes edifícios e controlava uma importante rede

viária entre Lisboa e Braga.

A cidade foi, mais tarde, denominada, primeiro de Cale e

mais tarde de Portucale, de onde derivou o nome Portugal.

As muralhas da cidade foram construídas no período dos
romanos.





A muralha original foi reconstruída no século XII,


quando o burgo foi doado ao Bispo D. Hugo, que instituiu a

primeira escritura pública. A segunda parte da muralha, que

data do século XIV, cerca as encostas da Sé e da Vitória e

estende-se em direcção ao rio, onde estão situados o cais e a

Casa dos Trajes Reais.

Entre os séculos XIII e XV, deu-se um grande

desenvolvimento das actividades comerciais e marítimas e

fortaleceram-se as ligações com importantes portos europeus,

tais como Barcelona, Valência, La

Rochelle, Rouen, Londres, Ypres, Antuérpia, etc. Neste período, os estaleiros do Porto e de Vila

Nova de Gaia eram os mais importantes do país.

Um dos intervenientes no acordo de 1352, entre a
Inglaterra e Portugal nasceu no Porto.




Esse senhor chamava-se


Afonso Martins Alho, e o seu sobrenome foi imortalizado

numa expressão popular usada quando nos queremos referir

a alguém que é inteligente: "fino que nem um alho".

O Infante D. Henrique nasceu nesta cidade em 1394. Ele

foi o príncipe navegador, que deu inicio à era das descobertas

marítimas portuguesas.

Os habitantes do Porto são conhecidos como Tripeiros,

devido aos sacrifícios que fizeram para ajudar o exército que

conquistou Ceuta em 1415. Diz-se que eles deram toda a

comida boa às tropas e apenas ficaram com a tripa para

comer. Por essa razão, actualmente, um dos pratos mais

tradicionais da cidade são as "tripas à moda do Porto".



O autor da muito conhecida Carta da Descoberta do Brasil

(1500), Pêro Vaz da Caminha, nasceu no Porto, onde era

funcionário da casa da moeda, tendo sido requisitado pelo Rei

para se juntar à expedição de Pedro Alvares Cabral a fim de

elaborar o diário de bordo.

O domínio espanhol (1580 - 1640), foi um período de

grande desenvolvimento urbano e administrativo. Nesse

período, começaram-se a verificar significativas mudanças

artísticas que atingiram o seu auge no século XVIII. Não se

deve, no entanto, deixar de mencionar o estilo Barroco, do

qual o arquitecto italiano Nicolau Nasoni (1725 - 1773) era o

expoente máximo, assim como vários artistas portugueses,

como António Pereira e Miguel Francisco da Silva. Outra

mudança importante foi a reforma urbana levada a cabo por

João de Almada e Melo (1757 - 1786) e os lindos edifícios

neo - clássicos

influenciados pela presença de uma colónia inglesa na cidade. Esta foi também uma época

dourada para o Vinho do Porto.

O Porto foi sempre conhecido como uma cidade liberal e virada para o progresso, com uma

longa tradição na defesa dos direitos do cidadão. Os seus habitantes foram alvo de uma longa

perseguição, por parte das tropas reais, entre 1832 e 1833. A vitória da causa liberal foi, em

parte, devido ao sacrifício das pessoas que lutaram para apoiar a Carta Constitucional. Como

resultado desta acção heróica, o Rei Pedro IV descreveu-a como a "muito nobre, invicta e

sempre leal" cidade do Porto.

Após a implantação da República, a cidade iniciou outro
processo de renovação, de onde se deve destacar a

construção da Avenida dos Aliados.



O projecto iniciou-se em


1915, pela mão do inglês Barry Parker e continuou sobre a

influência da escola francesa, pela mão do arquitecto

Marques da Silva, que havia estudado em Paris. Esta linda e

harmoniosa avenida é o limite norte da área protegida do

centro histórico.

O Porto é também conhecido como a "cidade do trabalho",

devido ao tradicional dinamismo da sua burguesia, assim

como à sua

honestidade e ideais de progresso. Por outro lado, a vida cultural e social do Porto tem

características muito especiais.


                                          Área Classificada e Protegida





A rede urbana da cidade do Porto foi alvo de uma grande


expansão no século XIX, passando a incluir várias áreas

periféricas rurais. Por outro lado, todavia, o centro histórico da

cidade começou a deteriorar-se, afectando mesmo a

qualidade de vida da população local.

Após algumas tentativas sem sucesso para resolver esta

situação séria, vieram as mudanças políticas de Abril de

1974, que deram um novo impulso ao processo de

revitalização das áreas da Sé e de S. Nicolau. O projecto

passou, recentemente, a incluir duas outras freguesias -

Vitória e Miragaia. O Município do Porto juntou-se a algumas

instituições especializadas neste tipo de projecto, e juntos

conceberam um vasto programa de reconstrução e de

revitalização do centro histórico, que incluía, não só os

aspectos urbanos e arquitecturais, como também os

arqueológicos, sociais e culturais. A re - classificação de

áreas públicas e de estruturas de apoio à população local

ganhou particular relevância, e teve mais de uma centena de

unidades de equipamento e de projectos socioculturais.

A Câmara Municipal do Porto, ciente da importância (f8)

destas iniciativas para a cidade e das vantagens de um apoio

internacional para a consolidação deste processo, dirigiu uma

candidatura formal à UNESCO para que classificasse o

Centro Histórico do Porto como Património Mundial da

Humanidade. O processo iniciou-se em 1993, e teve um

impulso decisivo em 1996, quando o Comité de Patrimónios

Mundiais da UNESCO aprovou a candidatura da cidade do

Porto. A candidatura foi organizada pelo CRUARB,

juntamente com vários departamentos especializados da

Câmara Municipal. A decisão da UNESCO foi extremamente

influenciada, pela qualidade dos trabalhos de renovação

urbana e social, especialmente por aqueles dedicados ao

apoio da população local, assim como pelas actividades

culturais e desportivas que têm sido introduzidas com

sucesso ao longo de toda a zona, classificada actualmente,

como Património Mundial da Humanidade.





A área classificada inclui, a vila medieval situada dentro


das muralhas românicas do século XIV, que é composta pelos

edifícios mais antigos da cidade, assim como pelas ruas mais

típicas e pelas áreas públicas mais atractivas.

O desenvolvimento da cidade do Porto está intimamente

ligado à margem esquerda do rio Douro, como tal a proposta

incluía a imponente Ponte Luís I, construída por Theophile

Seyrig, um discípulo de Gustav Eiffel, e o proeminente edifício

do Convento Augustariano da Serra do Pilar.

A área protegida corresponde aos antigos limites da

cidade medieval em ambas as margens do rio. Em Vila Nova

de Gaia, a área protegida inclui a zona onde estão situadas

as adegas do Vinho do Porto. Na margem norte, inclui a

antiga vila de Miragaia, a faixa norte cuja renovação começou

no século XVIII, a antiga área de Santo Ildefonso, as encostas

de Guindais e os terraços das Fontainhas que se estendem

até ao rio Douro.



segunda-feira, 5 de outubro de 2009

REPUGNANTE

Será possível em pleno séc. XXI ainda se viver e conviver com estas atrocidades???? Que loucura!!! Não fazia a mínima ideia que uma coisa destas pudesse acontecer com a bênção da lei do islamismo!!!! Ainda se fala da Idade Média????

Nao dá para acreditar. Em que mundo nós vivemos????



Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de 10 (dez) anos.

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.




A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).




Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.



Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.



"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.



Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:


Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Para finalizar, o vídeo abaixo traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para "estudarem melhor" - que incluem açoitamentos - escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical:

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.



Publicado por De Olho na Mídia com o título A História Oculta do Mundo: a pedofilia do Hamas - http://www.deolhonamidia.org.br/Comentarios/mostraComentario.asp?tID=420

O Monstro chamado União Europeia



“Os irlandeses tiveram a última oportunidade de dizer alguma coisa. Fizeram-mo. Mas é evidente que o disseram pela última vez, já que não haverá mais referendos na Europa”, afirmou Klaus.


Por seu lado, o primeiro-ministro checo, Jan Fischer saudou, no sábado em Praga, o “sim” irlandês, como uma «boa nova para os cidadãos de todos os países da União Europeia.” “Estou persuadido de que a ratificação será em breve terminada com sucesso também na República Checa”, disse em comunicado.

O Tratado de Lisboa, feito na Alemanha, deve ser ratificado pelso 27 países para entrer em vigôr. Dois países, Polónia e República Checa não ratificaram ainda o documento. O presidente polaco, Lech Kaczynski disse publicamente que assinaria o tratado “logo após” a vitória do sim da Irlanda. Em Praga, só Vaclav Klaus persiste em bloquear o processo, após a aprovação do tratado pelo Parlamento checo.

Porquê punir os checos? Não elegeram Klaus. E não se revêm nas elucubrações desse personagem ao mesmo tempo ultraliberal e relacionado com os Serviços Secretos Checoslovacos mais ambíguos na época da União Soviética.

Ideologicamente, defendo a democracia. Ora, a França e a Holanda disseram “não” em referendo. O mesmo aconteceu com a Irlanda e obrigaram as pessoas a voltar a votar para conseguirem um resultado que “lhes” agradasse. Do mesmo modo se pretende fazer pressão sobre Klaus para “evitar” um referendo na Grã-Bretanha.


Não sei, mas tenho a impressão de que alguém tem ganho a fazer batota…

Tudo é falso: os espanhóis, com uma taxa de abstenção recorde, disseram sim num referendo consultivo e, se o não vencesse, não podiam ter em conta o resultado do referendo.

Em Portugal foi tudo decidido pelos políticos e chegamos ao realmente importante:






«A Europa far-se-á sem os Povos, sob o domínio da OTAN e dos Estados Unidos; são eles que desenham a europa. Quem pode hoje dizer quais serão as suas fronteiras?»


Quanto àqueles que querem “excluir” os ingleses, sob pretexto de fazer uma europa social amanhã!!!!, coloco-me a seguinte questão: saber se chegaram a ler o Tratado; a europa não tem competências em matéria social e fiscal. Os Estados mantêm-se mestres na matéria.

Vejam-se hoje os agicultores portugueses, e não só os portugueses. Se continuarem a aplicar as regras em matéria de produção agrícola, ditadas por Bruxelas, amanhã não seremos, já não somos, auto-suficientes. Nem a França…

Sabem.., e isto apesar das subvenções europeias (pagas pelo exagerado IVA), que somos um contribuinte idiota? (damos mais que o que recebemos!)

Por preocupação de transparência, tentem ver os números.

Bom! O combóio está quase sobre os trilhos e a procissão ainda não saiu do adro. Muita gente a bordo; não há outro meio de transporte. Mas onde vai ele?

Há agulheiros? Vamos gerar a crise, a gestão de recursos naturais e humanos á moda de Reagan, Bush ou Tatcher?

Não se ve mais nada que “liberalismo”, esbanjamento e corrupção. Menos humanismo e respeito pelo ambiente.

Não é nada do que se esperava da europa. Não é nada do que se esperava das pessoas, não é nada do que se esperava da honestidade humana; o que se passeia um, sem outra ideologia que a certeza de que na natureza do homem são os bens que valem a pena, que estas duas preocupações que me levam a ser cada vez mais independente e incrédulo.

Se alguém tinha qualquer réstia de esperança, obrigado por me fazer parte, tenho necessidade.

Rogo a todos os deuses, todos os dias, para que os britânicos organizem um referendo, votem “não” e que, enfim, fiquemos livres.

Peço também que Barroso e muitos outros deidam emigrar definitivamente para os Estados Unidos e vão servir de capacho, eles, a Obama e nos deixem em paz.

Gostaria muito que um dia, há muitas pessoas que compreendem que o facto de tratar Kaczynski de eurófobo releva encantamento, em defeito do conhecimento dos problemas reais dos novos entrados na U.E. e que isso não serve de nada senão para baralhar a compreensão dos problemas da união saída do desmantelamento da cortina de ferro, pois há-os muito sérios:


- Problemas nas relações da União europeia com a OTAN, o que quer também dizer que quando se fala da defesa europeia, se esquecem que os projectos que existem actualmente nunca concerniram a defesa do território da U.E.. Para a Polónia, era pôr o carro á frente dos bois. Podemos esperar que isso irá, doravante, com o regresso da frança ao comando integrado da OTAN, mas quando Kaczynski anunciou que reservava a sua assinatura para mais tarde, a França não tinha reintegrado a OTAN.

- Problemas de segurança energética para os países que são dependentes em 95% do petróleo e do gás russo. A este propósito assinalo que o problema do aprovisionamento da Polónia em gás saído da crise ucraniana de janeiro 2009, ainda não está resolvido, porque a Gazprom aumenta as suas exigências em matéria de conteúdo do contrato de exigências que a Rússia não tem em relação à Alemanha ou á França. Pois, as negociações

Esbarraram em Julho, quando a Gazprom tirou das exigências de preço do trânsito do tipo dos que foram impostos à Ucrânia nos fins de janeiro. Ora, quando Kaczynski anunciou que reservava a sua assinatura para o final do problema irlandês, não existia nenhum projecto de organização europeia em matéria de segurança energética. De momento, há projectos, o que vale mais que nada, mas isso não quer dizer que estamos organizados para suportar uma nova chantagem da Gazprom, que acontecerá nos próximos tempos no interior da União europeia, do género da que foi feita fora dela em Janeiro deste ano.

- Problema do Euro: está demonstrado que a Polónia faz, honrosamente face á crise económica porque não está na zona euro. Se a U. E decide exigir a entrada da Polónia na moeda europeia já, isso poderia causar, além da grande diferença do nível de vida entre aquele país e alguns países ocidentais, que se mantém assimilar, o regresso a níveis de 20% de desemprego, como era o caso antes de 2004 e uma dívida nacional á italiana.

Vejo que se os dirigentes políticos da U. E. começam a compreender a mensagem, os jornalistas continuam a fazer encantamentos do género: “Eurófobo! Eurófobo! O Vilão!,”, esquecendo que foi Kaczynski quem negociou as condições particulares para a Polónia no interior do Tratado de Lisboa, made in Germany, essa catástrofe para os povos.

Estamos muito longe duma união europeia. Quando um povo, consultado através dum referendo responde “não”, e lhe retiram a sopa até que a resposta seja “sim”, tal como na Dinamarca, a Irlanda.





Quanto à Grã-Bretanha e a Suécia, têm uma concepção limitada do seu acordo, já que, apesar do texto apresentado, de constituição ao referendo, onde estava estipulado: «A MOEDA DA EUROPA É O EURO» (é verificável). Não se vê que a participação é de geometria variável.


Questão iconoclasta: Quando num Estado, que teria dito “sim”, o povo se apercebe que não está de acordo, pode-se pedir-lhe para ser consultado de novo?

Agora, o vendido Blair. Quer tornar-se no primeiro presidente (monárquico) do monstro em que se tornou a Europa. Porquê e para quê?

Com ele como presidente do aborto monstruoso, os americanos ganham ainda mais força para continuarem a pisar o mundo.

domingo, 4 de outubro de 2009

Sócrates diz que não tem nada a ver com o caso de corrupção do aterro da Cova da Beira


Primeiro-ministro foi ouvido como testemunha mas as perguntas visam temas que podem vir a aquecer o julgamento agora adiado


José Sócrates desconhece tudo sobre um dos mais delicados casos de corrupção que esperam julgamento. Em resposta às perguntas que o tribunal lhe dirigiu e que visavam esclarecer, a pedido de uma das arguidas, o papel que terá tido em muitas situações que fundamentam a acusação, o primeiro-ministro põe-se fora de jogo e diz que nada tem a ver com o assunto.

O testemunho foi enviado à juíza a 31 de Agosto e contraria aquilo que parecem sugerir as perguntas feitas por Ana Simões - a arguida acusada, juntamente com o ex-marido, António Morais, de ter recebido mais de 50 mil euros do empresário covilhanense Horácio Luís de Carvalho para que a construção da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS) da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) fosse adjudicada, em 1997, a um consórcio liderado pelas suas empresas HLC e Conegil.

Subjacente às perguntas feitas a Sócrates - a que este respondeu por escrito, depois de autorizado pelo Conselho de Estado - está a tese, repetida em todas as denúncias anónimas que originaram a investigação e nos testemunhos informalmente recolhidos pela Judiciária em 1997, de que o então secretário de Estado do Ambiente estaria por trás do favorecimento do grupo HLC e que teria recebido 750 mil euros por isso.

Sendo certo que a arguida era gerente e sócia, com o então marido, da empresa ASM, seleccionada numa consulta fictícia para assessorar o concurso da AMCB, os autos revelam que ela se considera alheia a toda a trama de corrupção descrita pelo despacho de pronúncia. Ana Simões não só sustenta que foi utilizada pelo ex-marido e que foi ele quem conduziu todo o processo que levou à adjudicação da obra à HLC por perto de 12 milhões de euros, como suspeita que ele tenha falsificado a sua assinatura em documentos essenciais.

Sete perguntas

E é atendendo aos indícios iniciais da investigação, e ao facto de Sócrates nunca ter sido investigado nos dez anos do inquérito - apesar de a PJ ter pedido buscas à sua residência, que foram recusadas pelo Ministério Público (MP) em 2003 -, que a sua indicação como testemunha neste processo acaba por ganhar especial relevância.

O facto torna-se tanto mais sensível quanto se sabe agora que Morais era professor de quatro das cinco cadeiras que deram a Sócrates o título de licenciado em Engenharia em 1996, o ano em que a ASM foi contratada para assessorar a AMCB. Significativo neste quadro é também a circunstância de o MP não ter descoberto, nem ter feito praticamente nada por isso, de quem partiu a ideia de convidar a ASM, uma desconhecida firma de Lisboa.

O que o tribunal quis esclarecer de mais relevante foi se o então secretário de Estado, de cujos serviços dependia a aprovação da ETRS, conhecia a ASM e se alguma vez intercedeu "para que o trabalho de assessoria ao concurso da estação de tratamento [...] e respectivo caderno de encargos fosse entregue à firma". Nas sete perguntas feitas a Sócrates avulta uma outra sobre "se ordenou, directa ou indirectamente, quer à arguida A. Simões quer ao arguido A. Morais ou a terceiros, que dirigissem os pareceres/relatórios que foram produzidos para a AMCB, por forma a influenciar a adjudicação ao consórcio liderado pela HLC".

À margem de tudo

Algumas das restantes perguntas não se relacionam directamente com o concurso, mas tornam-se melindrosas por questionarem a credibilidade de Sócrates quanto às suas relações com Morais. Sabendo-se que o primeiro-ministro tem afirmado que o conheceu quando ele foi seu professor em 1994, mas sendo público que ambos participaram na campanha de Mário Soares, em 1990, na Covilhã, e que Morais aderiu ao PS, no mês seguinte, na secção do então deputado, o tribunal quis esclarecer se ele o conhece, e à ex-mulher, e, se sim, quando e em que circunstâncias os conheceu.

Em cerca de 50 linhas, Sócrates respondeu a tudo, garantindo que nunca teve "qualquer intervenção no sentido de aconselhar, sugerir ou ordenar a adjudicação ou entrega à referida ASM de quaisquer trabalhos", o mesmo afirmando sobre os pareceres por ela produzidos. Além disso, assegura que não conhecia a ASM e que não conhece Ana Simões. Quanto a Morais, afirma: "Conheci o eng. António Morais no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, quando me inscrevi para concluir a licenciatura em Engenharia Civil nesse instituto, onde ele era professor".


(04.10.2009 -José António Cerejo/ Jornal Público)

A vacina contra a Gripe A pode ser mortal

A LIRE attentivement avant de se faire vacciner.


Si vous le faites, au moins vous saurez de quoi vous mourrez ..... et ce ne sera pas de la GRIPPE


PATRIMOINE GENETIQUE DU VIRUS



Ce virus continue d'être une énigme pour les virologues. Dans le numéro de Nature du 30 Avril 2009, il y a une citation d'un virologue disant : " d'où diable a-t-il bien pu récupérer tous ces gènes que nous ne connaissons pas "? Une analyse approfondie du virus a montré qu'il contenait le virus originel H1NI de 1918, le virus de la grippe aviaire, et deux nouveaux gènes du virus H3N2 d'Eurasie. Les discussions continuent sur le fait que le virus de la grippe porcine pourrait être un virus génétiquement conçu.

Les principaux concurrents sont Baxter Pharmaceuticals et Novartis Pharmaceuticals.

Ces deux multinationales ont passé des accords avec l' OMS (Organisation Mondiale de la Santé) pour produire un vaccin contre la pandémie

Le vaccin de Baxter, appelé Celvapan, a rapidement obtenu un certificat d'autorisation de mise en vente. Il est basé sur une nouvelle technologie virale cellulaire, qui utilise des cellules cultivées provenant du singe vert africain. Les tissus de ce même animal transmettent un certain nombre de virus contaminant les vaccins, dont le virus du VIH.



La société Baxter a été associées à deux scandales meurtriers. Le premier s'est passé en 2006 quand des composants hémophiles ont été contaminés par le virus du VIH et ont été injectés à des dizaines de milliers de personnes, dont des milliers d'enfants. Baxter a continué à mettre sur le marché des vaccins contaminés au VIH même après que la contamination ait été connue.



Le deuxième évènement s'est produit récemment quand on a découvert que Baxter avait mis sur le marché un vaccin contre la grippe saisonnière qui contenait le virus de la grippe aviaire, qui aurait pu produire une véritable pandémie dans 18 pays. Heureusement, des techniciens alertes de laboratoires de République Tchèque ont découvert la combinaison mortelle et ont éventé l'affaire avant que le désastre ne se répande mondialement.



Malgré ces deux évènements mortels, l' OMS a maintenu son accord avec Baxter¨Pharmaceuticals pour produire le vaccin contre la pandémie mondiale.



Novartis, le deuxième concurrent, a également un accord avec l' OMS pour un vaccin contre la pandémie. Novartis semble avoir remporté le contrat, car leur vaccin est bientôt prêt. Ce qui est terrifiant, c'est que ces vaccins contiennent un composant, dénommé adjuvant immunitaire qui est à l'origine de désordres auto immunes dévastateurs, dont l'arthrite rhumatoïde, la sclérose en plaques et le lupus, comme l'ont montré un certain nombre d'études.



Alors, quel est ce composant ? Dénommé squalene, c'est un composant huileux. La société Chiron, qui fabrique le vaccin contre l'anthrax mortel, fabrique un adjuvant le MF-59 qui contient deux principaux composants inquiétants - le squalene et le gp120. Un certain nombre d'études ont montré que le squalène peut déclencher, si injecté, toutes les maladies auto immunes citées ci dessus.



Le MF-59 a été utilisé dans plusieurs vaccins.Ces vaccins, dont celui contre le tétanos et la diphtérie, sont les mêmes vaccins fréquemment associés à des réactions négatives.



Il est fondamental de comprendre que ces vaccins sont fourni à titre expérimental, n’ont pas subi de test, sont toxiques et extrêmement dangereux pour le système immunitaire de l’homme. Ils contiennent des adjuvants faits à base de squalène qui provoquent toute une quantité de maladies auto-immunes mortelles ou entraînant des conséquences fâcheuses.



Le squalene dans les vaccins a été fortement lié au Syndrome de la Guerre du Golfe. En Août 1991, Antony Principi, Secrétaire pour les affaires des vétérans, a admis que des soldats vaccinés avec le vaccin contre l'anthrax de 1990 à 1991 avait eu un risque accru de 200% de développer une SLA, (Sclerose Laterale Amyotrophique), maladie mortelle, également dénommée maladie de Lou Gehrig. Les soldats ont également souffert d'un certain nombre de maladies handicapantes et réduisant leur espérance de vie, telles la polyarterite noueuse, la sclérose multiple ou sclérose en plaques(SEP), le lupus, la myelite transversale ( un désordre neurologique causé par une inflammation de la moelle épiniaire), l'endardite (une inflammation de la paroi interne du coeur), la névrite optique avec cécité et la glomerulonéphrite ( une pathologie du rein).



Parce que le squalene, principal composant dans le MF-59, peut induire une hyper réaction du système immunitaire et provoquer une réaction auto immune, un véritable danger existe d'une activation prolongée des cellules immunitaires du cerveau, les cellules de la microglie (cellules microgliales). Ce genre d'activation prolongée a été fortement associée à des maladies telles la Sclérose en Plaques, la maladie d'Alzheimer, la Sclérose Latérale Amyotrophique, et peut être aussi l'encéphalite liée à une vaccination. Il a été démontré que l'activation du système immunitaire systémique, comme cela se passe lors d'une vaccination, active rapidement en même temps la microglie du cerveau, et cette inflammation du cerveau peut persister pendant de longues périodes.



De même, comment le gp120 arriverait-il jusqu'au cerveau ? Des études d'autres adjuvants immunitaires utilisant des traceurs techniques précis ont montré qu'ils entrent habituellement dans le cerveau après vaccination. Ce que la plupart des gens ne savent pas, même les docteurs qui recommandent les vaccins, c'est que la plupart de ces études de ces firmes pharmaceutiques n'observent les patients que seulement pendant une ou deux semaines après la vaccination. Ce type de réaction peut prendre des mois ou même des années avant de se manifester.



Vous devez garder à l'esprit qu'une fois que le vaccin est injecté, vous ne pouvez pas faire grand chose pour vous protéger - au moins avec la médecine conventionnelle. Cela peut vouloir dire une vie affectée par une maladie invalidante et une mort prématurée.



Dr Russell Blaylock 07/07/09

Selon le journaliste d'investigation Matsumoto :



"Matsumoto dit que le squalène peut être considéré comme le déclencheur d’une authentique arme biologique. Les chercheurs soviétiques l’ont baptisé « bombe à retardement biologique !!! »… Matsumoto et le Dr Pam Asa doivent conclure que « ces types d’adjuvants (huileux) constituent l’arme chimique la plus insidieuse qui ait jamais été conçue ».Ceci comprend également le squalène. Depuis les années ’80, les soviétiques savaient que ces produits pouvaient être employés comme armes chimiques

voir son article sur le site belge + médecin expovaccins.over-blog.com/article-33523595.html



ANALYSE DU DR MARC VERCOUTERE

1 - le H1N1 est très contagieux mais non mortel (type grippe classique).

2 - le H5N1 est non contagieux mais mortel dans 90% des cas.

3 - les vaccins combinés en cours de fabrication sont conçus pour le H5N1 et le H1N1.

4 - l’adjuvant des vaccins est du MF59 destructeur pour l’immunité.

5 - les antiviraux préconisés favorisent les commutations à savoir la transmission du patrimoine génétique d’un virus mort ou atténué à des cellules saines qui en retour ouvre la voie à une mutation génétique de virus in vivo.



En résumé si l’on combine le H1N1 très contagieux (non mortel) au H5N1 non contagieux mais mortel on obtient un HxNx très contagieux et mortel. Le tout est favorisé par la chute des défenses immunitaires à cause du MF59 et les mutations possibles sont amplifiées par les antiviraux. C'EST TOUT CE QU'IL FAUT POUR UN GÉNOCIDE MONDIAL ..... !



Dans les semaines à venir, les principaux médias internationaux, vont se lancer dans une campagne visant à inspirer la peur. Le but de cette campagne est de convaincre les populations à se soumettre à cette campagne de vaccination, qui n’est autre chose qu’un exercice où elles mettent leur bien-être et leur santé en danger.



Rappel :

- Le médecin n'a pas le droit d'imposer un traitement médical sans l'accord de son "bénéficiaire. Toute obligation serait annulée d'office par la Loi dite Kouchner du 04 mars 2002, N° 2 002-303, Article 11, Chapitre 1er, modifiant l'Article L 1 111-4 du Chapitre 1er du Titre 1er de la Première Partie du Code de la Santé Publique qui dit : "Aucun acte médical ni aucun traitement ne peut être pratiqué sans le consentement libre et éclairé de la personne et ce consentement peut être retiré à tout moment" Or, la vaccination est un acte médical. Toute obligation serait donc anticonstitutionnelle)



- Toute obligation serait en contradiction avec l'Article 36 du code de Déontologie Médicale qui précise "Tout acte médical requiert le consentement libre et éclairé des personnes"

- L'Article 3 de la Déclaration Universelle des droits de l'homme du 10-12-1948 dit : "Tout individu a droit à la vie, à la liberté et à la sûreté de sa personne"

- Toute obligation serait contredite par le nouveau Code Civil qui reconnaît le "Principe du Respect de l'Intégrité du Corps Humain"

- Toute obligation serait contraire aux Arrêtés de la cour du 25-02 et 14-10-1997 qui explique l'information des patients : "Les praticiens doivent être en mesure de prouver qu'ils ont fourni au patient une information loyale, claire, appropriée et exhaustive, au moins sur les risques majeurs et la plus complète possible sur les risques les plus légers. Cette information a pour but de permettre au patient de refuser la vaccination proposée en estimant que les risques sont supérieurs aux bénéfices escomptés"

Voir « Certificat de garantie à faire signer par le médecin » en fichier joint (certains ne l’ont pas reçu)

Video et interview du Dr Vercoutère : http://www.dailymotion.com/video/x9h5oa_pandemie-vaccinale-et-grippe-ah1n1_tech



Interventions Sylvie Simon Silence on vaccine http://video.google.fr/videosearch?hl=fr&safe=off&num=30&q=sylvie simon silence on vaccine&lr=lang_fr&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wv#



Il est plus que temps que des professionnels indépendants des pressions gouvernementales ou pharmaceutiques nous informent avant que la véritable crise sanitaire n'apparaissent justement avec la diffusion de ces prétendus vaccins miraculeux. Dès le départ, les citoyens ont été trompés par les déclarations de l'OMS, des médias, des labos "intéressés" et des gouvernants NON-soucieux du bien être de leur population.



Grippe Porcine : Tout Une Industrie Attend Une Pandémie - Interview De L'Epidémiologiste Tom Jefferson

Ces dernières semaines le monde a peur de la grippe porcine. Dans une interview au Spiegel, l'épidémiologiste, Tom Jefferson, parle du danger de cette campagne de peur, malavisée, poussée par la recherche du profit, et pourquoi nous devrions nous laver les mains bien plus souvent.

Spiegel : Mr Jefferson, le monde vit dans la peur de la grippe porcine. Et certains prédisent que, l'hiver prochain, 1/3 de la population mondiale pourrait être infectée. Etes vous personnellement préoccupé? Prenez vous et votre famille des précautions ?



Tom Jefferson : Je me lave les mains très souvent - et cela pas seulement à cause de la grippe porcine. C'est probablement la mesure de précaution la plus efficace qui existe contre tous les virus respiratoires et la majorité des virus des gastro-entérites de même que contre les microbes.



SP : Considérez vous la grippe porcine comme particulièrement inquiétante ?



TJ : C'est vrai que les virus de la grippe sont imprévisibles, donc cela appelle un certain degrés de vigilance. Mais l'une des caractéristiques extraordinaires de cette grippe - et toute la saga de la grippe - c'est qu'il y a des personnes qui font des prédictions d'une année sur l'autre et que cela devient de pire en pire. Jusqu'à présent aucune d'entre elles ne se sont réalisées. Par exemple, qu'est-il arrivé avec la grippe aviaire, qui était supposée nous tuer tous ? Rien. Mais cela ne stoppe pas pour autant ces personnes qui continuent à faire leurs prédictions. Parfois on a le sentiment qu'il y a tout un secteur industriel qui attend presque qu'une pandémie éclate.



SP : De qui voulez vous parler ? L 'OMS ?



TJ : L'OMS et les responsables de la santé publique, les virologues et les firmes pharmaceutiques. Ils ont construit cette machine tout autour d'une pandémie imminente. Et il y a beaucoup d'argent impliqué, et d'influence, et de carrières, et des institutions entières ! Et il a juste fallu que l'un de ces virus de la grippe mute pour que la machine commence à grincer.



SP : Sur la page d'accueil de votre site en italien, il y a " un compte à rebours pandémique" qui expire le 1er Avril. Ne pensez vous pas que la situation demande un peu plus de sérieux ?



TJ : Je l'utilise juste de façon ironique pour exposer la fausse certitude dont nous sommes abreuvés. Est-ce que 1/3 de la population mondiale va attraper la grippe porcine ? Personne ne peut le dire avec certitude actuellement. Pour l'instant, au moins, je ne voit pas de différence fondamentale, pas de différence dans la définition entre cette grippe et une épidémie normale de grippe. La grippe porcine aurait même pu restée ignorée si elle avait été causée par un virus inconnu plutôt qu'un virus grippal.



SP : Pensez vous que l'OMS a déclaré prématurément une pandémie ?



TJ : Ne pensez vous pas qu'il y ait quelque chose de singulier dans le fait que l'OMS ait changé sa définition d'une pandémie . L'ancienne définition c'était un nouveau virus, qui se propageait rapidement, contre lequel on avait aucune immunité, et qui provoquait un taux élevé de morbidité et décès. Maintenant les deux dernières caractérisations ont été abandonnées et c'est comme cela que la grippe porcine est devenue une pandémie.



SP : Mais année après année, 10 000-30 000 personnes en Allemagne seulement sont décédées de la grippe. Dans le monde occidental, la grippe est la maladie infectieuse la plus mortelle qui existe.



TJ : Attendez une minute ! Ces chiffres ne sont rien de plus que des estimations. Avant tout vous devez distinguer entre une maladie qui ressemble à la grippe et une vraie grippe, ce que l'on appelle une vraie grippe. Toutes les deux ont les mêmes symptômes : un accès brusque de fièvre, mal de gorge, toux, douleur rhumatismale dans le dos et les jambes, bronchite possible et pneumonie. Mais les vraies grippes elles sont causées par des virus de la grippe, tandis qu'il existe plus de 200 virus différents qui provoquent des maladies de type grippal. Lorsqu'il s'agit de statistiques portant sur des soit disant décès dus à la grippe, vous avez toujours d'autres causes de décès provoqués par d'autres virus qui y sont inclus. En fait, dans le cas de personnes âgées qui succombent à une pneumonie personne ne fait d'autopsie pour savoir si c'est vraiment le virus de la grippe qui les a tuées. Environ 7% des cas de maladies de type grippal sont causés par des virus de la grippe. C'est un très petit pourcentage. Ce que je sais c'est que la vraie grippe est systématiquement surestimée.



SP : Et qu'en est-il de ces 200 et + autres types de virus ?



TJ : Ils n'ont pas la même renommée que la grippe. Les chercheurs ne sont tout simplement pas intéressés par cela. Prenez le cas du rhyno virus, un virus dérivé du cheval. C'est l'agent le plus communément isolé dans les rhumes habituels. Il existe une centaine de différents type de ces rhyno virus. Ils provoquent habituellement seulement des écoulements de nez, mais ils peuvent être aussi mortels. Ou ce que l'on appelle le RSV, le virus respiratoire syncytial humain, qui est très dangereux pour les nourrissons et les enfants en bas âge.



SP : Alors pourquoi les chercheurs ne sont-ils pas intéressés par cela ?



TJ : Facile; ils ne peuvent gagner de l'argent avec. Avec les rhynovirus, le RSV, et la majorité des autres virus, c'est difficile de gagner plein d'argent ou faire carrière. Par contre, contre la grippe, il y a des vaccins et il y a des médicaments qu'on peut vendre. Et c'est là que se trouve le magot pour l'industrie pharmaceutique. Elle fait en sorte que les articles de recherche soient publiés dans les revues de renom. Et c'est pour cela qu'on porte plus d'attention là dessus, et tout le domaine de la recherche devient intéressant pour des scientifiques ambitieux.



SP : Mais il y a t-il une raison scientifique d'être intéressé par les virus de la grippe ?



TJ : Le fait de se concentrer strictement sur la grippe n'est pas seulement malavisé mais aussi dangereux. Souvenez vous de quelque chose dénommé SARS ? C'était vraiment une épidémie dangereuse. C'était comme un météore : elle est arrivée soudainement et est repartie aussi vite et a tué un grand nombre de personnes. SARS nous a pris par surprise car elle était provoquée par un virus coronarien complètement inconnu. D'où venait -il ? Ou est-il allé ? Ou bien est-il toujours ici ? Nous ne savons toujours pas. Il y a beaucoup d'étranges choses comme cela qui sortent. Chaque année, un nouvel agent est identifié. Par exemple, il y a quelque chose appelé bocavirus, qui peut provoquer une bronchite et la pneumonie chez les enfants en bas âge. Et il y a quelque chose qu'on appelle metapneumovirus, dont des études ont dit qu'il pouvait provoquer plus de 5% de toutes les maladies de type grippal. Donc nous devrions garder les yeux ouverts dans toutes les directions.



SP: Mais la grande pandémie de 1918/1919 a été provoquée par un virus de la grippe, et il a tué jusqu'à 50 millions de personnes dans le monde. Ou bien est ce que les scientifiques contestent cela ?



TJ : C'est très possible que cela ce soit passé ainsi, mais il y a encore beaucoup d'aspects de la pandémie de 1918/19 qui nous surprennent. C'est seulement y a 12 ans que nous avons appris que c'est le virus le H1N1 qui l'a provoquée. Mais il y avait à l'époque beaucoup d'activité bactériologique. Et le fait que le taux de mortalité due à la grippe ait chuté de façon si dramatique après la Deuxième Guerre Mondiale reste trouble. Aujourd'hui, on a seulement une fraction de ce qui était la norme avant la guerre. En ce qui concerne les dernières pandémies, tel que "la grippe asiatique" de 1957 et "la grippe de Hong Kong " de 1968/69, on ne peut affirmer que les statistiques de décès dans leur ensemble fournissent des chiffres exceptionnels.



Contradictions entre découvertes scientifiques et la pratique



SP : Alors pourquoi devrait-on en fait parler de pandémie ?



TJ : C'est une question que vous devriez poser à l'OMS !



SP : A votre avis, que pensez qu'il faille pour qu'un virus comme celui de la grippe porcine devienne une menace mondiale ?



TJ : Malheureusement on peut seulement dire qu'on ne sait pas. Je suspecte que l'ensemble de ce problème soit plus complexe que nous ne sommes capables de l'imaginer actuellement. Etant donné tous les virus qui produisent des symptômes de type grippal, peut être que le postulat de Robert Koch qu'un pathogène particulier produit une maladie particulière ne va pas assez loin. Pourquoi, par exemple, nous n'attrapons pas la grippe en été ? Pourtant, l'élément pathogène est là toute l'année ! Déjà au XIXème siècle, le chimiste allemand et hygiéniste, Max von Pettenkofer, avait développé une théorie sur comment le contact de l'élément pathogène avec l'environnement peut altérer la maladie. Je pense que des recherches dans cette direction valent la peine d'être entreprises. Peut être que cela nous permettrait de mieux comprendre la pandémie de 1918/19 ou d'être capable d'estimer les dangers de la grippe porcine.



SP : Les humains ont de meilleures défenses aujourd'hui qu'en 1918 et probablement que dans peu de temps nous aurons un vaccin contre la grippe porcine. La semaine dernière, le gouvernement fédéral allemand a annoncé qu'il voulait acheter suffisamment de vaccins pour couvrir les besoins de 30% de la population. Dans quelle proportion cela va-t-il nous protéger de la maladie ?



TJ : Quand il s'agit de vaccination contre une pandémie, comme on dit en anglais la preuve est dans le pudding. La preuve c'est en l'utilisant. Nous verrons. Cela génère une réponse d'anticorps,mais est ce que cela protégera vraiment de la maladie ?



SP : Etes vous pessimiste à ce sujet ?



TJ : Non. Je dis simplement que je pense que nous sommes sur le point de trouver ( rire). Ayons cette conversation dans un an environ voulez vous ?



SP : Pendant un certain nombre d'années, dans le cadre de la collaboration Cochrane, vous avez systématiquement évalué toutes les études menées sur l'immunisation contre la grippe saisonnière. Est ce que cela fonctionne bien ?



TJ : Non cela ne fonctionne pas bien. Un vaccin contre la grippe ne marche pas contre la majorité des maladies de type grippal car il vise seulement à combattre les virus de la grippe. Le vaccin ne change rien en ce qui concerne l'élévation du taux de décès pendant les mois d'hiver. Et, même dans le meilleur des cas, l'efficacité du vaccin est d'une certaine manière limitée contre les virus de la grippe. Entre autres choses, il existe toujours le danger que le virus de la grippe qui circule ait changé au moment ou la production du vaccin sera achevée avec comme résultat, dans le pire des cas, que le vaccin sera totalement inefficace. Dans le meilleur des cas, les quelques études décentes qui existent montrent que le vaccin fonctionnent principalement avec des jeunes adultes sains. Avec les enfants et les personnes âgées cela aide un peu , et encore.



SP : Mais ne sont ce pas là ces groupes pour laquelle l'immunisation contre la grippe est recommandée ?



TJ : Effectivement. C'est l'une des contradictions entre les découvertes scientifiques et la réalité, entre la preuve et la pratique.



SP : Donc, qu' y -a-t-il derrière cette contradiction ?



TJ : Bien sûr cela a à voir avec l'influence de l'industrie pharmaceutique. Mais cela a à voir également avec le fait que l'importance de la grippe est complètement surestimée. C'est liée aux financements pour la recherche, le pouvoir, l'influence et les réputations scientifiques !



SP : Donc actuellement est-ce raisonnable de continuer à vacciner contre la grippe saisonnière ?



TJ : Je ne vois aucune raison de le faire mais ce n'est pas moi qui prend les décisions.



SP : Et qu'en est-il du Tamiflu et du Relenza, deux des médicaments anti grippe qui sont envisagés contre la grippe porcine ? Dans quelle mesure fonctionnent-ils vraiment ?



TJ : Si pris au bon moment, en moyenne, le Tamiflu réduit la duré de la vraie grippe d'une journée. Une étude a aussi trouvé qu'il diminue le risque de pneumonie.



SP : Ces médicaments pourraient-ils réduire les taux de mortalité associés à la grippe ?



TJ : C'est possible, mais cela a encore besoin d'être scientifiquement prouvé.



SP : Et qu'en est-il des effets secondaires ?



TJ : Le Tamiflu peut causer des nausées. Et il y a des éléments qui indiquent qu'il peut y avoir des effets secondaires psychiatriques. Il y a des informations en provenance du Japon indiquant que des jeunes personnes qui ont pris du Tamiflu ont eu des réactions psychotiques sévères identiques à celles que l'on trouve dans la schizophrénie.



SP :: Donc, est-ce que c'est raisonnable finalement d'utiliser ces médicaments ?



TJ : Lorqu'on est en présence de maladies graves oui. Mais en aucune circonstance le Tamiflu devrait être distribué dans toutes les écoles, comme actuellement cela a été fait parfois. Etant donné cela, nous avons déjà des informations disant qu'il y a déjà des souches virales résistantes de la grippe porcine.



SP : En Allemagne, le gouvernement est supposé faire des stocks de médicaments contre la grippe pour 20% de la population. Pensez vous que c'est raisonnable ?



TJ : Bon, il existe au moins plusieurs manières beaucoup plus économiques d'accomplir beaucoup plus. Par exemple, on devrait enseigner aux enfants scolarisés à se laver les mains régulièrement- de préférence après chaque classe ! Et chaque aéroport devrait installer quelques centaines de lavabos. Quiconque atterit et ne se lave pas les mains devrait être arrêter par la police des frontières. On pourrait le détecter en mettant par exemple une substance colorante invisible neutre dans l'eau. Et porter des masques peut être raisonnable aussi.



SP Est-ce que cela a déjà été prouvé que ces mesures fonctionnent ?



TJ : Il existe plusieurs bonnes études sur le sujet qui ont été réalisées durant l'épidémie de SARS. Il y a ce que l'on nomme des études de cas portant sur l'examen d'individus qui ont été en contact avec le virus du SARS. Ils ont comparé les caractéristiques de ceux qui avaient été infectés par le virus par ce contact et ceux des personnes qui n'avaient pas été infectées. Les conclusions des études sont très significatives.



SP : Vous semblez plutôt impressionné.



TJ : Je le suis. Ce qui est formidable dans ces mesures c'est que non seulement elles ne sont pas onéreuses, mais aussi qu'elles peuvent aider pas seulement contre les virus de la grippe. Par cette méthode on peut combattre les 200 pathogènes qui provoquent les symptômes type grippal de même que les virus des gastroentérites, et des microbes complètement inconnus. Une étude réalisée au Pakistan a montré que le lavage des mains peut même sauver des vies d'enfants. Quelqu'un devrait obtenir un prix Nobel pour cela !



SP : Mr Jefferson nous vous remercions pour cette interview.



Interview réalisée par Johann Grolle et Veronica Hackenbroch pour Der Spiegel



Article publié le 21/07/09 sur le Der Spiegel www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119-2,00.html



Article publié sur le site BMJ (helping doctors make better decisions) qui s'adresse aux médecins

Influenza vaccination: policy versus evidence, Tom Jefferson 's Article in english

www.spiegel.de/international/world/0,1518,637119-2,00.html



NOTE



En France la ministre de la Santé, Roseline Bachelot, est pharmacienne de profession et utilise sa fonction pour satisfaire le puissant lobby de l'industrie pharmaceutique.



Jeudi 23 Juillet 2009



La République Tchèque Refuse Le Vaccin Baxter Contre La Grippe Porcine A Cause Des Risques Encourus.

Des responsables tchèques des services de santé gouvernementaux ont refusé d'acheter le vaccin Baxter le jugeant à risques. En France, le vaccin Baxter fait partie des 4 vaccins choisis contre la prétendue pandémie de grippe porcine. Pourtant, ce vaccin n'a pas encore reçu l'autorisation de mise sur le marché (AMM) de l'EMEA (European Medecine Agency).





Des responsables du secteur santé admettent que des injections rapprochées pourraient provoquer des décès.



Des responsables des services de santé gouvernementaux de la République Tchèque ont refusé d'acheter les vaccins H1N1 contre la grippe porcine du laboratoire pharmaceutique US Baxter International expliquant ce refus par les inquiétudes suscitées par les risques encourus.



Selon une dépêche de l'agence de presse tchèque, CTK, l'une des plus grandes agences en langue anglaise du pays, le ministère de la santé tchèque a arrêté les discussions avec Baxter citant " l'incapacité du laboratoire à garantir que le vaccin est sans danger et de dire à qui incombe la prise en charge des risques de possibles effets secondaires "



Le pays projette d'acheter des vaccins pour couvrir 25% de sa population (10 millions de Tchèques) mais a dit qu'il n'achèterait pas le vaccin contre la grippe porcine Baxter avant qu'il n'ait été homologue en Europe.



"C'est dommage, mais malheureusement au moment ou nous avons reçu les offres, Baxter a été incapable de confirmer qu'il livrerait un vaccin homologué" a dit la ministre de la santé, Dana Juraskova.



A la place, le pays va probablement acheter ses vaccins chez Novartis et GlaxoSmithKline, mais seulement après que les vaccins aient subi les tests cliniques habituels et aient obtenu l'autorisation de mise sur le marché de l'EMEA.



Dans une autre dépêche de CTK, le vice ministre de la santé, Marek Snajdr, a été cité disant que le vaccin " pourrait avoir des effets secondaires et qu'il pourrait même causer la mort si administré".



Dans le pays, les cas confirmés de personnes atteintes du virus H1N1 restent en dessous de 150 selon toutes les estimations faites, et personne n'est décédé à cause du virus.



Comme il a déjà été fait mention dans un article précédent, Baxter a un lien très récent et particulièrement troublant avec des vaccins contre la grippe en République Tchèque.



En Mars dernier de multiples sources d'information, dont le Times d'Inde, ont rapporté que des vaccins contaminés avec le virus vivant de la grippe aviaire H5N1, mortel, ont été distribués à 18 pays en Décembre 2008, par un laboratoire de la branche autrichienne de Baxter.



Ce n'est que par hasard qu'un lot a d'abord été testé sur des furets en République Tchèque avant que le vaccin ne soit utilisé sur des humains. Tous les furets sont morts et la découverte choquante rendue publique.



Les journaux tchèques se sont immédiatement posés la question de savoir si cet évènement ne faisait pas partie d'une conspiration pour délibérément provoquer une pandémie, faisant écho à des accusations déjà portées par des responsables de la santé dans plusieurs autres pays.



D'abord, Baxter a tenté de courcircuiter les questions en invoquant le " secret commercial" et a refusé de révéler comment les vaccins avaient été contaminés avec le virus H5N1. De plus en plus pressés de s'expliquer, ils ont alors affirmé que les lots de H5N1 ont été envoyés par erreur. MAIS ONT-ILS ÉTÉ CONTAMINÉS VOLONTAIREMENT ???? ON EST TENTÉ DE DIR OUI !



Alors même que la possibilité de mélanger par accident un virus vivant constituant une arme biologique avec du matériel viral est pratiquement impossible, il ne reste que l'explication comme quoi la contamination était une tentative délibérée d'utiliser le virus H5N1 comme arme biologique à des fins extrêmes et de le distribuer via les vaccins anti grippaux habituels aux populations qui ensuite infecteraient d'autres populations dans des proportions dévastatrices car la maladie se répand par voie aérienne.



Le fait que Baxter ait mélangé le virus mortel H5N1 avec un mélange de virus de la grippe saisonnière H3N2 est un signal d'alarme. Le virus H5N1 à lui seul a tué des centaines de personnes, mais il se déplace moins par voie aérienne et est plus limité dans son aisance à se répandre. Cependant, lorsqu'il est mélangé avec des virus grippaux saisonniers, qui comme chacun le sait se répandent facilement par voie aérienne, l'effet donne une arme biologique pouvant potentiellement se répandre super rapidement par voie aérienne et super mortelle.



En fait, certains ont déjà suggéré que l'actuelle peur de la grippe porcine pourrait signalé l'utilisation d'une telle arme.



Par ailleurs, des poursuites judiciaires ont été engagées contre Baxter l'accusant d'avoir intentionnellement utilisé des composants dangereux et non testés dans certains de ces vaccins pour augmenter ses profits.





Des responsables de l'OMS contrôlent de près les enquêtes en cours sur les vaccins contaminés de Baxter, mais malgré cela, ce laboratoire est en tête de la production de vaccins contre la grippe porcine dont la vaccination pourrait devenir obligatoire. En fait, Baxter s'est montré particulièrement prévoyant en déposant un brevet * pour son vaccin contre la grippe porcine exactement un an avant que le virus ne se répande. COMMENT ONT-ILS SU QU'IL Y AURAIT UN VIRUS DE LA GRIPPE PORCINE ???



RÉPONSE: Parce qu'ils ont aussi participé à la CRÉATION de ce VIRUS



Le laboratoire a annoncé la semaine dernière qu'il avait achevé la production de ces premiers lots commercialisables de vaccins N1N1 fin Juillet et qu'il est actuellement en pourparlers avec des responsables de santé publique nationale partout dans le monde. La multinationale a déposer une demande de licence pour le vaccin auprès de l'EMEA mais celle-ci ne l'a pas encore approuvé.



Baxter a dit qu'il fournirait environ 80 millions de doses à 40 millions de personnes dans 5 pays dont la Grande Bretagne, l'Irlande, et la Nouvelle Zélande ( et la France ndlt).



En plus des dispositions prises par des organismes de contrôle en Europe et aux US prévoyant d'accorder une autorisation de mise sur le marché rapide pour les vaccins contre la grippe porcine, des nouvelles dispositions ont été prises pour protéger les laboratoires pharmaceutiques de poursuites judiciaires. POURQUOI ??? Parce qu'on sait d'avance que le vaccin va faire des ravages !....



Selon une dépêche de l'AP du mois dernier, " les fabricants de vaccins et les responsables fédéraux ne pourront être poursuivis pour les conséquences des vaccins contre la grippe porcine" d'après un document signé par la secrétaire à la santé et aux services à la personne Kathleen Sebelius.



La campagne de vaccination en masse commencera probablement fin Novembre et début Décembre. Selon ce qui a déjà été rapporté, des responsables de la santé en Grande Bretagne et aux Etats Unis prévoient de créer un dispensaire dans chaque école dans les deux pays.



Steve Watson - 10/08/09 www.infowars.net



* Brevet US 2009/0060950 A1 dont la demande de brevet stipule et précise que « la composition ou vaccin composé de plus d’un antigène ...des adjuvants appropriés peuvent être choisis à partir de gels minéraux, d’hydroxyde d’aluminium, d’agents de surface, de lysolecithin, de pluronic polyols, de polyanions, ou d’émulsions d’eau et d’huile." En l’absence de toute responsabilité juridique comme stipulé dans l'article, BAXTER s'apprête donc à vendre des millions de doses de vaccins contenant un adjuvant hautement toxique tel que l’hydroxyde d’aluminium.



Information complémentaire



En France, la Sarkozie/Bachelot a décidé de passer une commande ferme de 100 millions de doses de vaccins pour un coût estimé à 700 millions d'euros auprès de 4 laboratoires sélectionnés par deux départements du ministère de la Santé : l’Etablissement de préparation et de réponse aux urgences sanitaires (l’Eprus, la centrale d’achat du ministère) et la Direction générale de la santé (DGS). Quatre laboratoires ont été sélectionnés : Sanofi, GSK, Novartis, Baxterparce que, selon l’Eprus, « ils étaient les seuls capables de produire des vaccins en grande quantité et à pouvoir les livrer rapidement ». Autrement dit afin d'obtenir les vaccins dans les meilleurs délais, et au prix le plus bas selon Thierry Coudert, le patron de l’Eprus qui a affirmé que « les pouvoirs publics font le maximum pour avoir les prix les plus bas" la ministre de la santé, Roseline Bachelot, est prête à sacrifier le principe de précaution en matière de vaccination qui veut que les vaccins doivent être scrupuleusement testés cliniquement avant d'être utilisés.



Comme le montre l'article ci dessus, pour les vaccins Baxter ce n'est pas le cas, ce laboratoire a des antécédents suspects. Bachelot est aussi, semble-t-il, prête à engager sa responsabilité - car s'il arrive quoi que ce soit dans l'utilisation de vaccins insuffisamment testés elle sera tenue pour responsable - pour que l'industrie pharmaceutique dont elle est proche de par sa profession, étant elle-même pharmacienne, fasse un maximum de profits. Les laboratoires pharmaceutiques ont tout intérêt à obtenir des gouvernements les plus grosses commandes car l’enjeu financier est considérable. Un laboratoire qui vend 50 millions de doses, pourra espérer une recette d’environ 350 millions d’euros. Baxter a prévu de fournir 80 millions de doses à 5 pays dont la France, et pour faire un maximum de profits n'est pas trop regardant.



Le ministère de la santé sous la direction de Roselyne Bachelot, en prévoyant l'achat de 100 millions de doses, envisage de vacciner deux fois les français, pour "une garantie supérieure d'efficacité" selon son ministère.



Autrement dit si vous ne décédez pas ou ne restez pas handicapé à vie, victimes des effets secondaires de vaccins insuffisamment testés suite à la première injection, Roseline Bachelot vous offre une deuxième chance..... grâce à une deuxième injection.



Une campagne internationale a été lancée contre ces vaccinations à risque. Plus d'information et des coordonnées pour y participer en pièce jointe en pdf.



Merci de faire circuler cette information le plus largement possible.

PS: Si les vaccins Baxter sont à risque cela ne veut pas dire que les autres vaccins ne le sont pas. La précipitation pour obtenir les autorisations de mise sur le marché de vaccins insuffisamment testés est le fait de tous les laboratoires, et la recherche d'un maximum de profits aussi.



Autres sources d'information



La Ligue nationale pour la liberté des vaccinations (LNPLV) www.infovaccin.fr



ALIS (Association Liberté Information Santé) www.alis-france.com/loi.php



CRI-VIE www.politiquedevie.net/Articles2009/CelluleCriseSanitaire158.htm

Ce dernier lien renvoie sur des informations concernant la mise en place d'une cellule de crise sanitaire citoyenne



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