domingo, 10 de janeiro de 2010

As asas do mundo



Por cada mulher forte, cansada de aparentar debilidade, há um homem cansado de parecer forte.


Por cada mulher cansada de ter de agir como uma tonta, há um homem desesperado por ter de aparentar saber tudo.

Por cada mulher cansada de ser qualificada como “fêmea emocional”, há um homem a quem se negou o direito de chorar e de ser “delicado”.




Por cada mulher catalogada como pouco feminina quando em competição, há um homem obrigado a competir para que não se duvide da sua masculinidade.


Por cada mulher que não teve acesso ao trabalho ou a um salário digno, há um homem que deve assumir a responsabilidade económica doutro ser humano.

Por cada mulher que desconhece os mecanismos do automóvel, há um homem que redescobre o caminho para a liberdade.




A humanidade tem duas asas: uma é a mulher, a outra o homem. Até que as duas asas estejam igualmente desenvolvidas, a humanidade não poderá voar. Necessitamos duma nova humanidade, pois precisamos de voar!


Agora, mais que nunca, a causa da mulher é a de toda a humanidade.

Já todos pensaram no sentido da palavra felicidade? Talvez… Geralmente, o que se ouve é que a felicidade não existe, que o que existem são alguns momentos felizes. Será assim? Será que algo tão grandioso como a felicidade existe apenas em coisas transitórias? Estará a felicidade apenas nun caso novo, numa viagem, na compra duma casa nova, num encontro com alguém que nos fará felizes?




Na realidade, a felicidade está dentro de cada um de nós. Só que, para a reconhecer como verdadeira, torna-se necessária uma análise da vida. Já alguém reparou nas boas coisas que nos rodeiam? Já notaram como todos os dias tantas coisas boas acontecem e que só valorizamos as más? Já alguém observou que a vida é um fluir contínuo, como as águas dum rio, no qual navegamos, muitas vezes, contra a corrente?



Temos dentro de nós muitas resistências e uma delas desenvolve-se contra o ser feliz. Estar alegre pode ser passageiro, mas estar feliz é eterno e não depende de nada.


Basta que olhemos para dentro de nós e acreditemos em tudo o que podemos realizar, naquilo que podemos construir. Alguém já travou amizade consigo próprio?

Cada um de nós deve ser o nosso amigo de verdade. Estamos ou não a nosso favor?

Então, que tal sermos felizes de verdade? Que tal valorizarmo-nos enquanto seres vivos, não importanto o grau da humanidade? Sorriamos com mais frequência, acoerdemos de e com bom humor!

Quando perguntarem como vamos, digamos que cada vez melhor. Assumamos a condição de sermos felizes, não importando qualquer tipo de dificuldade, pois, com certeza venceremos, uma vez que a felicidade é transmissível.



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