sábado, 2 de janeiro de 2010

Fraude e falsidade em Copenhaga



O livro “Betrayers of the Truth-Fraud and Deceit in the Halls of Science” (Traidores da Verdade-Fraude e Falsidade nos Umbrais da Ciência), de W Broad e N Wade, analisa casos de fraude e falsidade na comunidade científica e como permanecem caladas durante anos.
Ptolomeu, por exemplo, considerado o maios astrónomo da Antiguidade, não teria feito observações astronómicas, mas adaptado, para a cidade de Alexandria as feitas por Hiparco na ilha de Rodes, o que gerou distorções identificáveis. O caso de Ptolomeu é analisado detalhadamente no livro de R. Newton, “The Crime of Claudius Ptolemy”, e por J Rawlins, no “Journal of the History of Astronomy”.
Falsidades cometidas por Galileu, Newton, Dalton, Mendel, J. Benorelli – que tomou de seu filho a equação que leva o seu nome – e outros, são analisados por Braoad e Wade.
Estas observações vêm a propósito da divulgação (Climatgate) pela Internet, de milhares de mensagens e dezenas de documentos oriundos do centro de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia (CRU), órgão de referência mundial sobre o clima. Váriasmensagens trocadas entre integrantes do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) indicam ter havido manipulação de dados para ocultar a descida da temperatura da Terra.
Paul Chesser, correspondente do Heastland Institut, revelou que M. Mann – que defraudou dados sobre o clima dos últimos mil anos, para levar à crença de que há um aquecimento global antropogénico – tendo recebido seis milhões de dólares pelos seus artigos e projecções. Mann está sob investigação pela Universidade estadual da pensilvânia. P. Jones, director do CRU, foi afastado do cargo por suspeitas de ter recebido dinheiro para forjar dados. E o Senado dos Estados Unidos, por iniciativa do senador J. Inhofe, abriu um inquérito sobre o “Climategate”, que considera ser a maior fraude científica dos tempos modernos.
A leitura de vários e-mails robustece a antiga suspeita de que há fraude na manipulação de dados do CRU, que sempre se recusou a revelá-los, contrariando o procedimento salutar e usual da comunidade científica.
Nada disso foi objecto de consideração na Cimeira de Copenhaga, que pareceu cuidar mais das pancadarias e passeatas, na melhor tradição da juventude nazi, como lebrou o visconde de Monckton.
Parece que não há previsão sobre as conclusões da reunião, dita científica, e que a fantástica soma de 300 biliões/ano de dólares, pleitada para “combater o aquecimento” ficará àquem disso.
I Plimer é um respeitado geólogo da Universidade de Adelaide, Austrália, editor e coautor da “Encyclopedia of GeologY”, um trabalho de respeito com cinco volumes, quase três mil páginas e trezentos e vinte colaboradores. Recentemente, Plimer publicou o livro “Heaven and Earth: Global Warming-The Missing Science” (Céu: Aquecimento Global – a Ciência que Falta), com cerca de duas mil e quinhentas referências científicas que validam o que diz o livro, que é uma crítica fundamentada ao IPCC e às projecções feitas por computador, que não têm valor, uma vez que a ciência do clima não existe. O IPCC não consegue explicar o que ocorreu nos últimos mil anos nem o porquê no final da última Glaciação, o Norte dos EUA, acima do paralelo de Washington, a Europa e a Ásia, estavam sob camadas de gelo cuja espessura variava entre dois a cinco quilómetros. Esse gelo derreteu, o nível dos oceanos subiu 130 metros e atingiu o nível actual. Nessa ocasião – e em nenhuma Era Glacial anterior – houve CO2 “antropogénico” para derreter os gelos. Sobre isso, o IPCC nada diz.
O livro de Plimer é leitura recomendada a todos os que se interessam pelos aspectos científicos do clima e procuram saber o que há por trás dessa algaravia global, que consome biliões de dólares, faz reuniões pseudocientíficas e nunca chega a resultado algum.
A maior ameaça para a humanidade não é o aquecimento antropogénico. Afinal, a Terra está a arrefecer e aproxima-se dum novo período glacial – isso é comprovado por vários factores, incluindo a inexistência de manchas solares, que desapreceram há quase um ano. O que ameaça a humanidade é a intromissão, na vida das pessoas e das nações, de órgãos sem mandato electivo e de grupos económicos, além da ONU. Querem governar-nos e determinar aos países o que podem fazer, quanto podem crescer e consumir e se podem ser livres e independentes.

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