“Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo. Podeis mesmo enganar algumas pessoas o tempo todo, mas não vos será possível enganar sempre toda a gente”.
Segundo Confúcio; “o maior prazer dum homem inteligente é fazer-se de idiota face ao idiota que quer passar por inteligente.”
Um cobarde é incapaz de demonstrar amizade, porque isso é privilégio dos corajosos.
Segundo Einstein, “se A é o sucesso, entao A é igual a X+Y+Z. O trabalho é X; Y é o lazer e Z é manter a boca fechada.”
O que tem valor não é o quanto se vive… mas como se vive!
Para Aristóteles, “felicidade é ter algo que fazer, algo a dedicar-se, algo a esperar…”
Madre Teresa de Calcutá disse: “não ames pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ames por admiração, pois um dia sofres uma decepção; ama apenas, pois o tempo pode acabar com um amor sem explicação.”
O que importa na vida não é o ponto de partida, mas a caminhada. Caminhando e semeando, no fim teremos que colher.
Para Sócrates, o grego, “se todos os nossos infortúnios fossem colocados em conjunto e, posteriormente repartidos em partes iguais por cada um de nós, ficaríamos muito mais felizes se pudessemos ter apenas, de novo, só os nossos.”
“O valor das coisas não está no tempo que duram, mas na intenidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”, segundo Fernando Pessoa.
Para o Dalai Lama, “só existem dois dias do ano em que nada pode ser feito. Um, chama-se ontem e o outro, amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para acreditar, fazer e principalmente viver.”
Não fazemos amigos. Reconhecêmo-los. Por mais longa que seja a etapa, o mais importante é dar o primeiro passo.
Não nos acostumemos com o que não nos faz felizes; revoltemo-nos queando julgarmos necessário, alagando o coração de esperanças, não deixando que se afogue nelas Se considerarmos necessário voltar, voltemos! Se percebermos que precisamos de seguir, continuemos! Se estivermos errados, recomecemos. Se tudo estiver certo, continuemos! Se sentirmos saudades, matêmo-las! Se perdermos alguém, não nos percamos! Se o encontrarmos, seguremo-lo! (Fernando Pessoa)
Quando leio e ouço o que pensam os nossos «especialistas» em economia, finanças e sobretudo nos bolsos dos portugueses, em relação a aumentos salariais, eles, que falam de barriga cheia, deveriam parar para reflectir depois de feita a digestão. Olhar e ouvir o grande povo e não armar-se em «sabões» e sobretudo únicos donos da verdade e da sabedoria. Porque, afinal, nem foram eles, os do povo, os causadores da regressada “crise” económica.
É que quando se fala de aumentos seja para quem for e especialmente para a Função Pública, é como quem fala do milhões de demónios que infestam o planeta, o universo.









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