Ser independente é não depender de ninguém. É ser livre e não estar sujeito, é ser contrário ao despotismo e à tirania, seja republicana quer monarca, quer de partidos políticos que pretendem tão-somente governar-se criando mil e uma dificuldades aos povos.
É o estado perfeito da liberdade e da autonomia. É um hino à libertação de todos.
O carácter independente de cada um é a única forma de revelar a independência social, que permite a livre crítica. Não se pode esquecer a planta euforbiácea que se tornou como um símbolo da independência brasileira.
Ninguém deve estar sujeio a ninguém
Historicamente, os independente, chamados mais especialmente congregacionalistas, negavam toda a autoridade em matéria de culto e de fé e faziam a apologia duma revolução democrática.
Foram momentaneamente dispersos pela perseguição, mas reapareceram no tempo de Carlos I, e, dirigidos por chefes como Vane, Ireton, Algernon Sidnay mostraram-se ardentes auxiliares de Cromwell.
É cada vez mais necessária a congregação dos independentes para combater toda a corrupção e violência que se espalha pelo país.
A Sociedade dos Artistas, fundada em 1884, para permitir que os artistas tornassem conhecidas do público as suas obras sem terem de se submeter a exame prévio dum júri e sem esperarem recompensas, é um exemplo a seguir hoje, altura em que a Censura volta a instalar-se de forma grave.
J C Menezes
sábado, 12 de setembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário